“Ela tem uma risada incrível. E sem querer ser um babaca, mas ela tem tudo pra ser perfeita. Mas não é, claro. Ela tem mil idiotices e chatices na bagagem. E ela tem medo de tudo. Tem um ar de menina independente, que não precisa de ninguém. Mas quando tá no escuro, ainda pede pra alguém abrir um pouquinho a porta e deixar a luz entrar. Ela tem vergonha até de ligar pra pizzaria pra pedir uma pizza, cara. Quem no mundo é assim? Mas ela é tão indiferente, que a minha diferença não afeta ela em nada. Eu acho que ela pode ser o mundo inteiro se ela quiser. E ela é teimosa. E guarda rancor na mala. Ela sabe perdoar, mas precisa de umas aulinhas de como esquecer. Quando ela desiste ou acha que sabe de tudo, não tem jeito. Meu Deus, que mania insuportável que ela tem de achar que pode burlar tudo o que mandam ela fazer. Porque ela nunca tá satisfeita com nada. Nadinha.”
Robin and Stubb.   (via tipografado)

“Porque eu sou fiel aos meus sentimentos. Vou estar com você quando eu realmente quiser estar. Vou te ligar quando eu quiser falar com você. Porque eu não passo vontade. E nem vou passar vontade de você. Não vou fazer joguinho. Eu me entrego mesmo. Assim. Na lata.”
Caio Fernando Abreu   (via 19-5)

“Bem, você só precisa da luz quando está escurecendo, só sente falta do sol quando começa a nevar, só sabe que a ama quando a deixa ir. Só sabe que estava bem quando se sente mal, só odeia a estrada quando sente saudade de casa, só sabe que a ama quando a deixa ir, e você a deixou ir.”
Passenger    (via 19-5)

“Eu quero nós. Mais nós. Grudados. Enrolados. Amarrados. Jogados no tapete da sala. Nós que não atam nem desatam. Eu quero pouco e quero mais. Quero você. Quero eu. Quero domingos de manhã. Quero cama desarrumada, lençol, café e travesseiro. Quero seu beijo. Quero seu cheiro. Quero aquele olhar que não cansa.”
Caio Fernando Abreu.  (via lettres-a-paris)

“Merda de vida? Mas que ingratidão! Seu coração, nesse instante, deve estar querendo rasgar seu tórax e protestar com lágrimas de sangue o extermínio da vida! - e, com rara eloqüência, mudou o timbre, tentando traduzir a voz do coração do suicida: -“Não! Não! Tenha compaixão de mim! Eu bombeei seu sangue incansavelmente, milhões de vezes. Supri suas necessidades… fui seu servo sem reclamar. E agora você quer me calar, sem nem me dar direito de defesa? Ora… eu fui o mais fiel dos escravos. E qual é o meu prêmio? Qual a minha recompensa? Uma morte estúpida! Você quer interromper minha pulsação só para estancar seu sofrimento. Ah! Mas que tremendo egoísta você é! Quem me dera eu lhe pudesse bombear coragem! Enfrente a vida, seu egocêntrico.”
O Vendedor de Sonhos  (via lettres-a-paris)

“Longos são os dias que eu conto pro meu amor chegar. Longe eu sofro tanto e não aguento mais esse meu penar. Sinto tanta saudade da minha linda que há muito se foi. Choro todos os dias lembrando que o mundo não tem mais nós dois.”
Los Hermanos.  (via sertanejo)